INCONFORMADO COM SEPARAÇÃO HOMEM AGRIDE EX-MULHER COM GOLPES DE MARRETA

20151220_111420_opt
O caso de agressão contra a mulher aconteceu no sábado, 19, mais ou menos às 14h 30, na cidade de Riachão das Neves/BA. Josemar Gomes Ribeiro, 40 anos, chegou na residência da ex-companheira de convívio Reinilda Pereira Gomes, 27 anos, com a desculpa de pegar alguns objetos que tinha deixado para trás no dia da separação, porém, repentinamente se apoderou de uma marreta e atacou-a furiosamente.
49d6c783-e5f0-4524-8940-bc095fc7bdee_opt
Ele só parou com as agressões ao perceber o desmaio da vítima. Fugiu em direção a Barreiras, em um veículo Ford/Fiesta, cor prata, que foi abandonado pelo mesmo na BR 135, após colidir em outro veículo. “Achou que eu já estivesse morrendo, entrou no carro e desapareceu. Deus me livrou da morte”, comentou Reinilda.
Disse que decidiu se separar depois de 13 anos de convivência, porque não suportava a falta de compromisso dele com a família devido ao alcoolismo. O casal possui uma filha de cinco anos e dois meninos de três e dez anos. “Eu vivia sempre trabalhando e ele na cachaçada. Ninguém suporta viver assim”.
20151220_111529_opt
Depois de receber alta do hospital, a mulher agredida procurou a delegacia para formalizar denúncia contra Josemar, que permanece foragido. Na manhã desta terça-feira, 22, ela compareceu ao IML regional de Barreiras para realizar exame de corpo/delito. A polícia de Riachão das Neves se encarregará de investigar o crime.
“No Brasil a Lei No 10.778, de 24 de novembro de 2003 estabelece a notificação compulsória, no território nacional, do caso de violência contra a mulher que for atendida em serviços de saúde públicos ou privados. Essa lei é complementada pela Lei Maria da Penha como mais um mecanismo para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, com medidas mais efetivas (penais) para o seu controle além do dimensionamento do fenômeno. Embora a notificação e investigação de cada agravo em si já proporcione um impacto positivo pra reversão da impunidade que goza o agressor, de certo modo, defendido por uma tradição cultural machista além de naturalmente ser um instrumento direcionador das políticas e atuações governamentais em todos os níveis como previsto na legislação em pauta(Wikipédia).

www.fernandopop.com - Fonte - Alô Alô Salomão
Reações:

0 comentários: