BARREIRAS: DOAÇÃO DE CRIANÇA ATRAVÉS DE GRUPO DE RELAÇÕES NA INTERNET VIRA CASO DE POLÍCIA


A procura de pessoas para criar seu bebê recém-nascido, que tinha apenas cinco dias de vida, por meio da internet, segundo Alessandra Santos, de 40 anos, foi impulsionada pela dificuldade de criar três filhos.
Ela conseguiu encontrar através de um grupo de adoção consensual, nas redes sociais, uma mulher interessada em adotar o menino, mas não chegou a procurar o Poder Judiciário para legalizar o processo de transferência dos direitos e deveres de mãe biológica para a adotante, identificada apenas pelo prenome de Cíntia.
Ao reencontrar o pai do recém-nascido, que propôs ficar com a guarda da criança, Alessandra se arrependeu de ter feito a adoção informal e decidiu procurar Cíntia para negociar a devolução do seu filho, porém, não entraram em acordo.
A situação foi levada ao conhecimento do Conselho Tutelar e registrada no plantão desta segunda-feira, 13, no complexo policial do bairro Aratu, pela mãe biológica.  Em conversa por telefone, a mãe adotiva não quis repassar seu endereço ou qualquer outro tipo de contato.
Na delegacia de polícia, a delegada plantonista, Thiara Ramos Martins Duarte orientou Alessandra a acionar a Vara da Infância e da Juventude para pedir outras providências.

www.fernandopop.com - Fonte - Alô Alô Salomão
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